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A maioria das barbaridades vem das pessoas ditas “normais”
Vivemos numa época curiosa. Nunca falou-se tanto de saúde mental, diversidade e empatia e, paralelamente, nunca foi tão visível a banalização da violência, da desinformação e da desumanização. Quando pensamos em “barbaridades”, o imaginário coletivo tenta apontar para o “outro”: o criminoso, o extremista, o “louco”. Há uma necessidade quase instintiva de associar o mal…
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Quando não há nada para defender
Há atitudes que dizem muito mais do que qualquer explicação. A recusa de transformar uma suspeita numa tragédia pessoal é uma delas. O que quero dizer é que vi numa notícia que uma figura pública escolheu não tratar os rumores sobre a sua sexualidade como algo a negar ou a corrigir. E isso fez-me pensar…